Arquivo da Categoria ‘linux’

recuperando o grub

quarta-feira, 23 de julho de 2008

http://www.vivaolinux.com.br/dicas/verDica.php?codigo=9111

Dê boot pelo live cd do Kurumin em modo de texto mesmo para ser mais rápido digitando o seguinte:

kurumin 2

Logo após o sistema ter carregado digite o comando abaixo para saber informações sobres as partições:

# fdisk -l

Agora vamos entrar no grub para instalação digitando:

# grub install /dev/sda

No meu caso o meu hd é SATA, por isso usei (sda), mas se o seu for IDE use hda ou de acordo com a localização dele.

Agora dentro do grub faça o seguinte:

grub-> find /boot/grub/stage1 (hd0,0) <- Aparecerá um resultado assim dependendo da sua configuração de HDs

Digite o seguinte comando para dar permissão para escrita:

grub-> root (hd0,0) <- Coloque o resultado que apareceu anteriormente
Filesystem type is ext2fs, partition type 0×83 <- Meu resultado com base no comando “find”

Agora vamos instalar o grub na MBR digitando assim:

grub-> setup (hd0)

Após isto, se tudo der certo, aparecerá 3 yes e 2 succeeded (pelo menos foi o que apareceu no meu!

Saia do Grub assim:

grub-> quit

Linux - Dicas & Artigos

segunda-feira, 21 de julho de 2008

Link de Origem: http://www.agner.net/?page_id=7

Usando o FOR

#> for i in `ls /tmp`; do sleep 0.1 && echo “Listando:” $i;done

… uma simples estrutura “for” que lista todos os arquivos do diretório “/tmp” em “0.1″ intervalo de tempo (tempo suficiente para ver listando linha à linha).

#> for i in 1 2 3 4 5; do echo $i; done

… mais simples que contar nos dedos. Mostra na tela a “listagem” de 1 à 5.

Mas quando tiver muitos números (1 até 1000) é mais fácil fazer assim:
#> seq 1 1000

E se mesmo assim você quizer usar o for então use assim:
#> for i in `seq 1 1000`; do echo $i; done

Tá bom, tá bom, você quer fazer isso com o for puro!
#> for ((i=1; i<100; i++)); do echo $i; done

Procurar por Link Simbólico

1) find /etc -type l -printf “%p -> %ln”

sendo que:

%k tamanho do arquivo em Kbytes
%p nome completo do arquivo (dirname+basename)
%f nome do arquivo (basename)
%h nome do diretório (dirname)
%m permissões do arquivo
%l destino do link simbólico

Find procurando arquivos

- Procura todos os arquivos que contenham ‘*txt’

find /usr -name ‘*txt’ -print

- Procurar todas as entradas *ab* ou *cd* (maíusculas ou minúsculas) presentes em /opt

find /opt -iname ‘*ab*’ -or -iname ‘*cd*’

- Procurar todas as entradas acessadas a mais de 3 dias em /etc:

find /etc -atime +3

- Procurar todas as entradas modificadas a menos de 2 dias em /etc que tenham mais de 5 Kbytes de tamanho:

find /etc -mtime -2 -and -size +5k

- Procurar todos os diretórios dentro de /opt cujo grupo tenha acesso em escrita:

find /opt -type d -perm +g+w

Procura texto dentro de arquivo usando o FIND.

1) find /caminho -exec grep -l “texto_que_procura” {} ;
2) find /caminho -type f -exec egrep -i “texto_que_procura” /dev/null {} ;
3) find /caminho |xargs grep -s –no-messages -i texto_que_procura
4) find /caminho |xargs grep -s -a -i texto_que_procura |cut -d : -f 1 — esse listas os arquivos que contém o texto_que_procura.

Mostra informações (all) sobre o kernel que seus sistema está usando
uname -a

O comando du mosta o tamanho das pastas e arquivos. Disk Usage.
du -k -h –max-depth=1

TRABALHANDO COM TERMINAIS

script | tee /dev/pts/2 — ENVIA O SEU TERMINAL PARA OUTRO (pst2) ou qualquer outro listado com o ‘w’

MBR e Tabela de Partições

quarta-feira, 16 de julho de 2008

Origem:

http://www.vivaolinux.com.br/artigos/verArtigo.php?codigo=7050

Introdução

Quando compramos um HD novo, a primeira coisa a se fazer é formatá-lo para então instalarmos o sistema operacional desejado. São vários os programas disponíveis de particionamento, como o qtparted, gparted e o cfdisk.

Os programas para particionamento são responsáveis por salvar o particionamento na tabela de partição, gravada no início do HD. É esta tabela que contém as informações sobre o início e o final de cada partição.

Depois do particionamento é necessário fazer a formatação de cada uma das partições, onde podemos escolher o sistema de arquivos que será usado em cada uma delas (reiserfs, ext3, ntfs, etc.).

Ao instalarmos o sistema operacional é gravado mais um componente, o gerenciador de boot, que é responsável por carregar o sistema operacional ao ligarmos o PC.

Tanto o gerenciador de boot como a tabela de particionamento do HD são gravados no primeiro setor do disco, mais conhecido como trilha MBR, que contém apenas 512 bytes. Destes, 446 bytes são reservados para o setor de boot, enquanto os 66 bytes restantes guardam a tabela de partição.

Fazendo backup da MBR

Ao trocarmos de sistema operacional, geralmente subscrevemos a MBR com um novo gerenciador de boot, mas a tabela de particionamento só é modificada ao criar ou deletar partições. Caso os 66 bytes da tabela de particionamento sejam subscritos ou danificados, perdemos o acesso a todas as partições do HD, parecendo que ele está vazio, como que tivesse sido completamente apagado.

Para que isso seja evitado, pode-se fazer um backup da trilha MBR do HD. Assim é possível recuperar tudo casso ocorra alguma eventualidade. Para que isso seja feito, precisamos digitar o seguinte comando:

# dd if=/dev/hda of=backup.mbr bs=512 count=1

O comando irá fazer uma cópia dos primeiros 512 bytes do “/dev/hda” no arquivo “backup.mbr”. Se o seu HD estiver instalado na IDE secundária (como master), ele será visto pelo sistema como “/dev/hdc”. Basta indicar a localização correta no comando. Também é possível salvar o arquivo em uma mídia removível, como disquete ou pendrive, e enviar o arquivo para o seu e-mail.

Recuperando a MBR

Recuperando a MBR através de backup
Caso algum dia a tabela de particionamento lhe deixe na mão, você pode dar o boot com o CD do Kurumin e regravar o backup com o comando:

# dd if=backup.mbr of=/dev/hda

Neste caso, é extremamente importante que sempre que você reparticionar o HD, atualize o arquivo de backup.

Recuperando a MBR sem backup
Caso a tabela de particionamento seja perdida e você não possua um backup, pode ainda haver uma luz no fim do túnel. O gpart é capaz de recuperar a tabela de particionamento e salvá-la de volta no HD na maioria dos casos. Você pode executá-lo dando boot pelo CD do Kurumin. Você também pode baixá-lo no site:

* http://www.stud.uni-hannover.de/user/76201/gpart/#download

Após baixar o gpart.linux, que é o programa já compilado, é necessário marcar a permissão de execução do mesmo:

# chmod +x gpart.linux

No Kurumin você pode instalá-lo pelo apt-get:

# apt-get install gpart

Execute o programa indicando o HD que deve ser analisado:

# ./gpart.linux /dev/hda

O teste demora um pouco, pois ele lerá o HD inteiro para determinar onde começa e termina cada partição. No final, ele exibe um relatório com o que encontrou:

Primary partition(1)
type: 007(0×07)(OS/2 HPFS, NTFS, QNX or Advanced UNIX)
size: 3145mb #s(6442000) s(63-6442062)
chs: (0/1/1)-(1023/15/63)d (0/1/1)-(6390/14/61)r

Primary partition(2)
type: 131(0×83)(Linux ext2 filesystem)
size: 478mb #s(979964) s(16739730-17719693)
chs: (1023/15/63)-(1023/15/63)d (16606/14/1)-(1579/0/62)r

Primary partition(3)
type: 130(0×82)(Linux swap or Solaris/ x86)
size: 478mb #s(979896) s(17719758-18699653)
chs: (1023/15/63)-(1023/15/63)d (17579/2/1)-(18551/3/57)r

Se as informações estiverem corretas, você pode salvar a tabela no HD usando o parâmetro “-W”:

# gpart -W /dev/hda /dev/hda

Como é possível perceber, precisamos indicar o HD duas vezes. Na primeira, indicamos o HD que será vasculhado e em seguida em qual HD o resultado será salvo. Caso você possua dois HDs iguais, é possível salvar o resultado no segundo HD usando o comando:

# gpart -W /dev/hda /dev/hdc

O gpart não tem muita eficiência quando se trata em localizar partições estendidas (hda5, hda6, etc); em boa parte dos casos ele só consegue identificar as partições primárias (hda1, hda2, hda3 e hda4). Nestes casos, podemos usar o cfdisk ou algum outro programa de particionamento para criar manualmente as demais partições (apenas crie as partições e salve, não formate). Se você souber indicar os tamanhos aproximados, principalmente onde cada um começa, você conseguirá acessar os dados depois.

Conclusão
Muitas vezes vemos acontecer com nossos amigos ou com nós mesmos de perder um HD devido a alguma falha na trilha MBR. Na maioria das vezes, sem o usuário saber que poderia ter feito um backup, o HD acaba sendo descartado, o que gera custos na aquisição de um novo HD e na perda de dados muitas vezes importantes.

Espero que este artigo seja de alguma importância para os usuários que querem que seus dados estejam sempre a salvo no caso de alguma eventualidade.

Referência
MORIMOTO, C. E. Linux: ferramentas técnicas. Porto Alegre: Sul Editores, 2005.

Ajude a sustentar a Wikipédia e outros projetos, sem colocar a mão no bolso, e concorra a um Eee PC!

segunda-feira, 14 de julho de 2008

Ajude a sustentar a Wikipédia e outros projetos, sem colocar a mão no bolso, e concorra a um Eee PC!
…e também a pen drives, card drives, camisetas geeks, livros e mais! O BR-Linux e o Efetividade lançaram uma campanha para ajudar a Wikimedia Foundation e outros mantenedores de projetos que usamos no dia-a-dia on-line. Se você puder doar diretamente, ou contribuir de outra forma, são sempre melhores opções. Mas se não puder, veja as regras da promoção e participe - quanto mais divulgação, maior será a doação do BR-Linux e do Efetividade, e você ainda concorre a diversos brindes!

Linux sim, dá licença!

quinta-feira, 26 de junho de 2008

linux simHoje trabalhei o dia todo no Linux e foi muito produtivo, do ponto de aprendizado (ainda perco muito em produtividade no linux, por conta do que faço no windows). Mas, no final do dia, depois de uns testes, tive que ir para o windows e terminar um serviço com prazo apertado. Fui, fiz o trabalho de forma relâmpago, se comparado ao tempo que levo no linux por não conhecer as “manhas” do GIMP e InkScape (ótimos por sinal). Mas, deu pau mesmo foi na hora de imprimir pq não saiu direito o trabalho.

Terminei o trabalho no windows e voltei correndo pro linux. Um pouco de tempo no windows (tudo funciona lá), foi suficiente pra me irritar com as atualiações demoradas (gigantescas mesmo), propaganda da própria microsoft no meu windows que é original (compra, compra, compra) além dos programas de terceiros enchendo o saco para licenciar as cópias de teste instaladas. Dá na paciência viu?

No Linux, tenho algumas dificuldades. Nem tudo funciona (ainda) e estou precisando aprender novamente coisas que já faço muito bem no CorelDRAW! e Photoshop, mas “a casa” é nossa. Fico bem mais à vontade e o que funciona, funciona de verdade.

Fiquei impressionado com o consumo de memória ram no windows (Vista Home Premium) assim que termina de carregar, cerca de 1.2GB, sem chamar os programas que uso. No linux (ubuntu 8.04), com minha placa ATI Radeon 1.200 o compiz fusion e o desktop rodando bem rápido, são cerca de 400MB de ram que o bichinho consome.

Bem, é meu o comentário e que resolvi registrar aqui somente para efeito de comparativos meus e de meus amigos. Por isso, dispenso (educadamente) as guerrinhas contra os SOs. Gosto do Linux e da filosofia que faz do software livre o fenômeno que é. Uso o windows por falta de opção em relação a trabalhos que preciso fazer.

Fora isso, tudo vai bem, obrigado.

Notebook Toshiba Satellite A215-S6804 com 4GB de RAM (o padrão dele é 2GB RAM) no restante é a configuração de fábrica.

fontes true type no ubuntu

quinta-feira, 26 de junho de 2008

link do artigo original:
http://siriarah.wordpress.com/2008/01/30/instalando-fontes-truetype-ttf-no-ubuntu-710-2/

O primeiro passo é baixar ou copiar as fontes TTF que se deseja instalar no Ubuntu em um diretório de sua preferência (em meu caso adotei este: /home/fabio/down/fontes);

Para instalar as fontes existem duas formas: a primeira é somente para um usuário específico e a segunda é para todos os usuários da máquina.

Abra um terminal no Ubuntu e digite os comandos abaixo (note que o texto escrito depois do símbolo # é um comentário, ou seja, não será intepretado ou executado pelo terminal):

(1) Para um usuário específico
cd /home/fabio/down/fontes
# cria o diretório fonts dentro do seu usuário caso ele não exista
mkdir /home/fabio/.fonts/
# cria o diretório ttf-fonts onde será copiada a fonte desejada
mkdir /home/fabio/.fonts/ttf-fonts
# copia a fonte (substituir nome_da_fonte pelo nome da fonte :) ) para o diretório anteriormente criado
cp nome_da_fonte.ttf /home/fabio/.fonts/ttf-fonts
# atualiza o cache das fontes, onde -f força uma varredura dos diretórios e -v exibe o resultado no terminal
sudo fc-cache -f -v

(2) Para todos os usuários do sistema
cd /home/fabio/down/fontes
# cria o diretório ttf-fonts dentro do seu usuário caso ele não exista
sudo mkdir /usr/share/fonts/truetype/ttf-fonts
# copia a fonte (substituir nome_da_fonte pelo nome da fonte :) ) para o diretório anteriormente criado
sudo cp nome_da_fonte.ttf /usr/share/fonts/truetype/ttf-fonts
# atualiza o cache das fontes, onde -f força uma varredura dos diretórios e -v exibe o resultado no terminal
sudo fc-cache -f -v

A maior diferença entre a instalação (1) e a (2), é que a (2) é instalada para todos os usuários do sistema, sem que se precisem instalar fontes diversas para usuários diferentes; todos compartilham das mesmas fontes.

Comandos básicos do Linux

quinta-feira, 27 de março de 2008

[ http://wiki.ubuntu-br.org/ComandosBasicos ]

“Muito embora o Linux possua diversas e ótimas interfaces gráficas (GUI’s - Graphical User Interfaces) bastante amigáveis, dentre as quais destacamos o Gnome e KDE, como de resto, todos os sistemas operacionais Unix ainda requerem por vezes, que façamos uso da linha de comando. O ambiente tradicional do Unix é o CLI (Command Line Interface), onde você digita os comandos para dizer ao computador o que ele deve fazer. Esse modo é extremamente poderoso e rápido, porém implica que você saiba para que serve cada comando e seus diversos parâmetros.”

Unison - Sincronizando e replicando arquivos

quinta-feira, 27 de março de 2008

[ http://wiki.ubuntu-br.org/Unison ] O Unison é uma ótima ferramenta disponível sob os termos da GPL utilizado para sincronização e replicação de arquivos, seja entre diferentes diretórios na máquina local ou em outra máquina remota, acessível pela rede local ou internet.

Ubuntu Hardy Heron 8.04 contagem regressiva

quinta-feira, 27 de março de 2008

lendo partição linux no windows

quinta-feira, 1 de novembro de 2007

[ http://www.fs-driver.org/index.html ] Basta fazer o download do aplicativo e instalar normalmente no windows. Definir as letras para as unidades e pronto. Vá para o explorer normalmente. As partições serão exibidas, prontas para leitura e escrita com as letras definidas na instalação.