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sábado, 9 de agosto de 2008

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custom fields no wordpress

domingo, 3 de agosto de 2008

Aprenda a criar/gerenciar custom fields
29 jul 2008 Desenvolvimento, Plugins, Template Tags, Wordpress - Geral
http://www.maikelneris.com.br/aprenda-a-criargerenciar-custom-fields/

Pouca gente conhece o poder dos custom fields; a maioria nem sabe pra que serve. Pois saiba que este recurso poderoso do Wordpress pode transformar o seu simples blog em um CMS completo.

Os custom fields também são chamados de meta-data; informações complementares sobre o seu post. O princípio básico de um cf (daqui pra frente vou referenciar custom fields assim) é que ele possui um valor armazenado em uma propriedade/campo/nome, assim como uma coluna de um banco de dados. Na prática, significa que você pode criar um novo campo para o seu post, e dar a ele o valor que você quiser.

Por exemplo: digamos que você queira inserir no seu post sobre uma pizzaria da sua cidade o endereço da pizzaria. Seria fácil inserir esse endereço no corpo do post, mas dessa forma você não poderia dar uma formatação diferenciada e nem recuperar apenas este campo para referências futuras. Usando cf, você apenas escreveria um nome para o campo (por exemplo, “endereco”) e um valor (”Avenida Wordpress, 2455″), dessa forma:

E esta operação pode ser repetida para quantas informações você quiser, sem nenhum limite.

RECUPERANDO CF
Mas só isso não garante que essa informação será inserida junto ao post. É necessário inserir em seu tema uma template tag do WP responsável por “chamar” o cf para junto do post. Existem duas delas.

A primeira é a the_meta(). Ao inserir essa template tag (por exemplo, no arquivo single.php, dentro do loop) serão exibidos todos os cf do post em uma lista não ordenada (ul), dessa forma:

<ul class=”post-meta”>
<li><span class=”post-meta-key”>Endereço:</span> Avenida Wordpress, 2455</li>
<li><span class=”post-meta-key”>Melhor sabor:</span> Calabresa</li>
</ul>

Nesse exemplo, inserimos dois cf no post. Os mesmos são exibidos na lista, em qualquer quantidade que você inserir no post. Usando as classes que são criadas, você pode mudar o visual dessa lista dentro do post.

A outra função usada para inserir cf no post é a get_post_meta(). Ela requer 3 parâmetros:

get_post_meta($post_id, $key, $single);

* $post_id é o ID do post que você quer para recuperar o cf. Logo, você pode chamar uma campo personalizado em qualquer lugar no seu tema, basta saber o ID do post. Dentro do loop, use $post->ID para recuperar o ID do post atual;
* $key é a string contendo o nome exato do cf inserido no post;
* $single só tem dois valores possíveis: TRUE ou FALSE. Se o valor for TRUE, então apenas um valor será retornado; caso o valor seja FALSE, todos os cf do post serão retornados em um array.

Logo, para fazer a chamada de apenas um cf, usando o exemplo já mostrado:

Endereço da Pizzaria: <?php $key=”endereco”; echo get_post_meta($post->ID, $key, true); ?>

E é simples assim. Mas pra que você iria usar isso?

* para inserir informações que existem em todos os seus posts;
* quando desenvolver algo específico para um cliente;
* para fazer verificações de propriedades booleanas para cada post (veja um exemplo disso aqui).

Existem, claro, muitas outras formas de uso; basta observar a sua necessidade.

MORE FIELDS, A REVOLUÇÃO
O plugin More fields permite criar um novo painel dentro da sua área de postagem para a inserção de cf. O painel pode ter um título, e você pode escolher se ele fica na barra lateral ou abaixo do post, junto de “categorias”, “pingback” etc…

Depois de criar o painel, você adiciona os campos, que são os mesmo campos de custom fields, com a diferença de que não é preciso digitar o nome/valor, apenas o valor do campo, pois o nome sempre vai ficar visível.

Dá pra criar textfield, select box, textarea, option button e outros campos comuns de formulários, de forma a dar apenas opções limitadas ao utilizador, evitando respostas erradas.

Por exemplo: digamos que você criou algo lá no seu blog que mostra “sim” ou não” para um post. No modo tradicional, todas vez que você fosse criar um post, teria que escolher no combo box o nome do custom field (”opcao_post”, digamos) e DIGITAR o valor (”s” ou “n”). Usando o plugin, você cria esse painel e dá o nome do campo (”opcao_post”), o nome para EXIBIÇÃO (”Escolha uma opção”) e o tipo do campo. Nesse caso você poderia fazer por check box, para checar valores booleanos. Nesse caso específico, ele vai retornar “on” ou “off” na tabela post_meta do WP.

Depois é só tratar os valores no código com get_post_meta().

Esse é um exemplo do painel do More fields que usamos no Jornal A TRIBUNA:

E este é um exemplo de como o painel fica na área de escrita do post:

Acredite: esse painel facilidade e MUITO a operação de inclusão/alteração de custom fields. E quebra um galho para o desenvolvedor, que pode incluir isso em seu projeto e entregar para o cliente algo com bastante usabilidade, sem que ele dependa de ficar “escrevendo” o nome para cada cf existente.

Obrigado ao Carlos, que deu a dica para a escrita desse post.

recuperando o grub

quarta-feira, 23 de julho de 2008

http://www.vivaolinux.com.br/dicas/verDica.php?codigo=9111

Dê boot pelo live cd do Kurumin em modo de texto mesmo para ser mais rápido digitando o seguinte:

kurumin 2

Logo após o sistema ter carregado digite o comando abaixo para saber informações sobres as partições:

# fdisk -l

Agora vamos entrar no grub para instalação digitando:

# grub install /dev/sda

No meu caso o meu hd é SATA, por isso usei (sda), mas se o seu for IDE use hda ou de acordo com a localização dele.

Agora dentro do grub faça o seguinte:

grub-> find /boot/grub/stage1 (hd0,0) <- Aparecerá um resultado assim dependendo da sua configuração de HDs

Digite o seguinte comando para dar permissão para escrita:

grub-> root (hd0,0) <- Coloque o resultado que apareceu anteriormente
Filesystem type is ext2fs, partition type 0×83 <- Meu resultado com base no comando “find”

Agora vamos instalar o grub na MBR digitando assim:

grub-> setup (hd0)

Após isto, se tudo der certo, aparecerá 3 yes e 2 succeeded (pelo menos foi o que apareceu no meu!

Saia do Grub assim:

grub-> quit

Linux - Dicas & Artigos

segunda-feira, 21 de julho de 2008

Link de Origem: http://www.agner.net/?page_id=7

Usando o FOR

#> for i in `ls /tmp`; do sleep 0.1 && echo “Listando:” $i;done

… uma simples estrutura “for” que lista todos os arquivos do diretório “/tmp” em “0.1″ intervalo de tempo (tempo suficiente para ver listando linha à linha).

#> for i in 1 2 3 4 5; do echo $i; done

… mais simples que contar nos dedos. Mostra na tela a “listagem” de 1 à 5.

Mas quando tiver muitos números (1 até 1000) é mais fácil fazer assim:
#> seq 1 1000

E se mesmo assim você quizer usar o for então use assim:
#> for i in `seq 1 1000`; do echo $i; done

Tá bom, tá bom, você quer fazer isso com o for puro!
#> for ((i=1; i<100; i++)); do echo $i; done

Procurar por Link Simbólico

1) find /etc -type l -printf “%p -> %ln”

sendo que:

%k tamanho do arquivo em Kbytes
%p nome completo do arquivo (dirname+basename)
%f nome do arquivo (basename)
%h nome do diretório (dirname)
%m permissões do arquivo
%l destino do link simbólico

Find procurando arquivos

- Procura todos os arquivos que contenham ‘*txt’

find /usr -name ‘*txt’ -print

- Procurar todas as entradas *ab* ou *cd* (maíusculas ou minúsculas) presentes em /opt

find /opt -iname ‘*ab*’ -or -iname ‘*cd*’

- Procurar todas as entradas acessadas a mais de 3 dias em /etc:

find /etc -atime +3

- Procurar todas as entradas modificadas a menos de 2 dias em /etc que tenham mais de 5 Kbytes de tamanho:

find /etc -mtime -2 -and -size +5k

- Procurar todos os diretórios dentro de /opt cujo grupo tenha acesso em escrita:

find /opt -type d -perm +g+w

Procura texto dentro de arquivo usando o FIND.

1) find /caminho -exec grep -l “texto_que_procura” {} ;
2) find /caminho -type f -exec egrep -i “texto_que_procura” /dev/null {} ;
3) find /caminho |xargs grep -s –no-messages -i texto_que_procura
4) find /caminho |xargs grep -s -a -i texto_que_procura |cut -d : -f 1 — esse listas os arquivos que contém o texto_que_procura.

Mostra informações (all) sobre o kernel que seus sistema está usando
uname -a

O comando du mosta o tamanho das pastas e arquivos. Disk Usage.
du -k -h –max-depth=1

TRABALHANDO COM TERMINAIS

script | tee /dev/pts/2 — ENVIA O SEU TERMINAL PARA OUTRO (pst2) ou qualquer outro listado com o ‘w’

MBR e Tabela de Partições

quarta-feira, 16 de julho de 2008

Origem:

http://www.vivaolinux.com.br/artigos/verArtigo.php?codigo=7050

Introdução

Quando compramos um HD novo, a primeira coisa a se fazer é formatá-lo para então instalarmos o sistema operacional desejado. São vários os programas disponíveis de particionamento, como o qtparted, gparted e o cfdisk.

Os programas para particionamento são responsáveis por salvar o particionamento na tabela de partição, gravada no início do HD. É esta tabela que contém as informações sobre o início e o final de cada partição.

Depois do particionamento é necessário fazer a formatação de cada uma das partições, onde podemos escolher o sistema de arquivos que será usado em cada uma delas (reiserfs, ext3, ntfs, etc.).

Ao instalarmos o sistema operacional é gravado mais um componente, o gerenciador de boot, que é responsável por carregar o sistema operacional ao ligarmos o PC.

Tanto o gerenciador de boot como a tabela de particionamento do HD são gravados no primeiro setor do disco, mais conhecido como trilha MBR, que contém apenas 512 bytes. Destes, 446 bytes são reservados para o setor de boot, enquanto os 66 bytes restantes guardam a tabela de partição.

Fazendo backup da MBR

Ao trocarmos de sistema operacional, geralmente subscrevemos a MBR com um novo gerenciador de boot, mas a tabela de particionamento só é modificada ao criar ou deletar partições. Caso os 66 bytes da tabela de particionamento sejam subscritos ou danificados, perdemos o acesso a todas as partições do HD, parecendo que ele está vazio, como que tivesse sido completamente apagado.

Para que isso seja evitado, pode-se fazer um backup da trilha MBR do HD. Assim é possível recuperar tudo casso ocorra alguma eventualidade. Para que isso seja feito, precisamos digitar o seguinte comando:

# dd if=/dev/hda of=backup.mbr bs=512 count=1

O comando irá fazer uma cópia dos primeiros 512 bytes do “/dev/hda” no arquivo “backup.mbr”. Se o seu HD estiver instalado na IDE secundária (como master), ele será visto pelo sistema como “/dev/hdc”. Basta indicar a localização correta no comando. Também é possível salvar o arquivo em uma mídia removível, como disquete ou pendrive, e enviar o arquivo para o seu e-mail.

Recuperando a MBR

Recuperando a MBR através de backup
Caso algum dia a tabela de particionamento lhe deixe na mão, você pode dar o boot com o CD do Kurumin e regravar o backup com o comando:

# dd if=backup.mbr of=/dev/hda

Neste caso, é extremamente importante que sempre que você reparticionar o HD, atualize o arquivo de backup.

Recuperando a MBR sem backup
Caso a tabela de particionamento seja perdida e você não possua um backup, pode ainda haver uma luz no fim do túnel. O gpart é capaz de recuperar a tabela de particionamento e salvá-la de volta no HD na maioria dos casos. Você pode executá-lo dando boot pelo CD do Kurumin. Você também pode baixá-lo no site:

* http://www.stud.uni-hannover.de/user/76201/gpart/#download

Após baixar o gpart.linux, que é o programa já compilado, é necessário marcar a permissão de execução do mesmo:

# chmod +x gpart.linux

No Kurumin você pode instalá-lo pelo apt-get:

# apt-get install gpart

Execute o programa indicando o HD que deve ser analisado:

# ./gpart.linux /dev/hda

O teste demora um pouco, pois ele lerá o HD inteiro para determinar onde começa e termina cada partição. No final, ele exibe um relatório com o que encontrou:

Primary partition(1)
type: 007(0×07)(OS/2 HPFS, NTFS, QNX or Advanced UNIX)
size: 3145mb #s(6442000) s(63-6442062)
chs: (0/1/1)-(1023/15/63)d (0/1/1)-(6390/14/61)r

Primary partition(2)
type: 131(0×83)(Linux ext2 filesystem)
size: 478mb #s(979964) s(16739730-17719693)
chs: (1023/15/63)-(1023/15/63)d (16606/14/1)-(1579/0/62)r

Primary partition(3)
type: 130(0×82)(Linux swap or Solaris/ x86)
size: 478mb #s(979896) s(17719758-18699653)
chs: (1023/15/63)-(1023/15/63)d (17579/2/1)-(18551/3/57)r

Se as informações estiverem corretas, você pode salvar a tabela no HD usando o parâmetro “-W”:

# gpart -W /dev/hda /dev/hda

Como é possível perceber, precisamos indicar o HD duas vezes. Na primeira, indicamos o HD que será vasculhado e em seguida em qual HD o resultado será salvo. Caso você possua dois HDs iguais, é possível salvar o resultado no segundo HD usando o comando:

# gpart -W /dev/hda /dev/hdc

O gpart não tem muita eficiência quando se trata em localizar partições estendidas (hda5, hda6, etc); em boa parte dos casos ele só consegue identificar as partições primárias (hda1, hda2, hda3 e hda4). Nestes casos, podemos usar o cfdisk ou algum outro programa de particionamento para criar manualmente as demais partições (apenas crie as partições e salve, não formate). Se você souber indicar os tamanhos aproximados, principalmente onde cada um começa, você conseguirá acessar os dados depois.

Conclusão
Muitas vezes vemos acontecer com nossos amigos ou com nós mesmos de perder um HD devido a alguma falha na trilha MBR. Na maioria das vezes, sem o usuário saber que poderia ter feito um backup, o HD acaba sendo descartado, o que gera custos na aquisição de um novo HD e na perda de dados muitas vezes importantes.

Espero que este artigo seja de alguma importância para os usuários que querem que seus dados estejam sempre a salvo no caso de alguma eventualidade.

Referência
MORIMOTO, C. E. Linux: ferramentas técnicas. Porto Alegre: Sul Editores, 2005.

jQuery Functional Demos

terça-feira, 15 de julho de 2008

Muito bons exemplos funcionais relacionados ao uso do jQuery aqui neste link (http://ui.jquery.com/functional_demos/#ui.datepicker)

Convertidos

sexta-feira, 20 de junho de 2008

O Diego Eis (como sempre), fez mais um ótimo trabalho criando o link convertidos, onde, a fim de promover o estudo do layout sem tabela e voltado aos padrões web, faz o antes e depois. Ótimo para estudos.

O Bruno explica RSS e ATOM, bem explicadinho

sexta-feira, 20 de junho de 2008

Ótima matéria feita pelo Bruno Torres explicando de forma definitiva os tais RSS e ATOM. Parte da matéria que introduz o assunto, está aqui (para não copiar todo o conteúdo). Os links logo no início do post, além dos tópicos.

Faça uma assinatura de BrunoTorres.net por um ano e receba 4 meses de graça. Apenas 6x de…

Bom, claro que isso é brincadeira. Você não precisa pagar nada pra assinar o conteúdo deste blog. Nesta página vou explicar como você pode se inscrever para receber o conteúdo deste e de qualquer outro site que possua este serviço na hora que ele for atualizado, facilitando assim sua vida online.

Índice

  1. Como assim assinar?
  2. Tá, mas como isso funciona - uma breve explicação
  3. Arquivo de feeds RSS ou ATOM - o que são
  4. Agregadores ou leitores de feeds - ferramentas para receber conteúdo atualizado
    1. Agregadores desktop
    2. Agregadores Baseados em Web
  5. Tá bom, mas cadê os seus feeds? - feeds BrunoTorres.net
  6. E como eu me inscrevo?
  7. E qual eu escolho. RSS ou ATOM?
  8. E ainda tem mais… - feeds de outros sites, feitos por mim
  9. Mais sobre o assunto - leitura recomendada

Por que se chama Bluetooth™?

sábado, 24 de março de 2007

bluetooth

Por que se chama Bluetooth™?

O rei Viking Harald Bluetooth unificou a Noruega e a Dinamarca; ele era reconhecido por ser um grande comunicador, hábil em reunir as pessoas para conversarem – mas ele jamais teria adivinhado que mil anos depois, uma poderosa tecnologia receberia o seu nome!

bluetooth

Como funciona

Cada dispositivo Bluetooth™ tem um nome exclusivo, permitindo que se reconheçam ao serem emparelhados e evitando a interferência de outros dispositivos. A tecnologia Bluetooth™ permite a comunicação em até 10 metros, com velocidade de até 720 kb/s por canal.

desinstalando o msn

segunda-feira, 5 de fevereiro de 2007

Essa dica e boa: Para desinstalar o Windows Messenger do Windows XP e so executar o comando em iniciar -> executar (start -> Run)

RunDll32 advpack.dll,LaunchINFSection %windir%\INF\msmsgs.inf,BLC.Remove (more…)